Estado Islâmico assumiu autoria de atentados em Londres

4 de junho de 2017 - 20:13 | por Redação
Estado Islâmico assumiu autoria de atentados em Londres
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A Polícia Metropolitana de Londres confirmou hoje (4) que oito agentes armados abriram fogo contra os três terroristas que cometeram o atentado de ontem, que deixou dez vítimas mortais e 48 feridos, 21 deles em situação crítica. A polícia deteve até agora 12 pessoas supostamente envolvidas com os ataques, após ter efetuado várias operações policiais no bairro de Barking, ao sul da capital.

Em um breve pronunciamento à imprensa, o chefe da unidade antiterrorista de Scotland Yard, Mark Rowley, declarou também que a partir de agora haverá mais “medidas físicas” nas pontes da capital britânica com a intenção de proteger os cidadãos.

Rowley revelou que os oito policiais dispararam no total “cerca de 50 balas”, um número “sem precedentes”, para deter os três autores do atentado, que aparentemente usavam coletes com explosivos.

Ao descarregar as balas contra os agressores, que foram atingidos, um cidadão também foi ferido acidentalmente, segundo este porta-voz. “A situação enfrentada por estes agentes era crítica, uma questão de vida ou morte, com três homens armados que levavam aparentemente coletes suicidas”, argumentou Rowley.

A identidade dos terroristas ainda não foi divulgada.

Segundo informou Rowley, o veículo empregado para atropelar os pedestres na London Bridge, de cor branca e da marca Renault, “tinha sido alugado recentemente” por um dos terroristas.

Entre as 48 pessoas internadas em cinco hospitais de Londres logo após os incidentes na London Bridge e no Borough Market, quatro são agentes da polícia , segundo as últimas informações.

A primeira ministra afirmou que basta desta situação e que mais medidas de segurança serão tomadas frente as ações de terroristas, o terceiro em solo inglês em 40 dias.  Os pleitos programados no paíss continuam marcados e o terceiro ataque coincidiu com a aproximação do candidato trabalhista, Jeremy Corbyn,  sobre as intenções de votos dadas a primeira ministra Thereza May.

A campanha eleitoral interrompida pela segunda vez. A primeira foi após o ataque ocorrido em Manchester, que resultou na morte de 22, na semana passada. Ambos foram assumidos pelo Estado Islâmico.

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