Restauração e reforma do imóvel envolveu projetos elétrico, hidráulico, de telecomunicações, e de prevenção e combate a incêndio

23 de maio de 2017 - 07:42 | por Sergio Sanches
Restauração e reforma do imóvel envolveu projetos elétrico, hidráulico, de telecomunicações, e de prevenção e combate a incêndio
Cultura
0

A obra de reforma e restauro da Casa da Cultura de Santa Bárbara, um dos mais importantes patrimônios municipais, envolveu um projeto arquitetônico de intervenção, bem como projetos elétrico, hidráulico, de telecomunicações, e de prevenção e combate a incêndio.

Os trabalhos executados no imóvel foram a recuperação da estrutura autônoma de madeira, com a substituição de pés de esteios, esteios, baldrames (vigas que ficam, normalmente, um pouco abaixo do nível do solo) e barrotes (viga grossa e curta, geralmente de madeira, que é a base da estrutura de sustentação de assoalhos, tetos e escadas).

Além disso, foram restauradas as alvenarias em pau-a-pique. A cobertura e as telhas foram trocadas. As peças de madeira também foram objetos da reforma. Entre elas, cimalhas (moldura que arremata a parte superior da fachada de um imóvel, ocultando o telhado e impedindo que as águas escorram pela parede), guarda-corpo (proteção a meia altura em gradil, balaustrada, alvenaria, dentre outros, com a função de resguardar as faces laterais de escadas, terraços, balcões, rampas, varandas, sacadas ou vãos), esquadrias e assoalhos.

Na parte elétrica novas instalações, bem como novos aparelhos de iluminação foram colocados. Ainda na parte de reforma, foi feito o acabamento e a pintura em geral.

 

Elementos Artísticos

Com a finalidade de buscar a característica mais original da peça, três elementos passaram por uma restauração especial. Três batentes de portas, duas cimalhas de corredores e uma cimalha de sala grande, com pintura artística em estilo marmorizado, foram recuperadas.

 

Casa da Cultura

A Casa da Cultura, antiga sede dos Correios e Telégrafos, é uma edificação de pau-a-pique em estilo colonial barroco, datada do século XVII, conservando ainda linhas arquitetônicas naturais. É considerada um dos exemplares de maior destaque da arquitetura civil, que se praticou por aqui no período mais fértil da mineração do ouro.

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *