Governador lança fundo de R$ 50 milhões para empresas de base tecnológica criadas em universidades

3 de dezembro de 2017 - 16:31 | por WWFA
Governador lança fundo de R$ 50 milhões para empresas de base tecnológica criadas em universidades
Minas
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O governador Fernando Pimentel lançou nesta sexta-feira (01/12), no Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte, um Fundo de Investimentos em Participação (FIP) de R$ 50 milhões para empresas de base tecnológica desenvolvidas nos centros de pesquisa de universidades e institutos federais sediados em Minas Gerais.

O fundo, chamado Seed4Science, tem como objetivos fomentar a cultura empreendedora dentro dos institutos de ciência e tecnologia, catalisar o crescimento de startups e empresas inovadoras, estabelecer boas práticas de governança nas empresas investidas e potencializar a captação de novos investimentos.

Para Fernando Pimentel, o lançamento desse fundo de investimentos consolida a vocação de Minas Gerais para se tornar o estado mais empreendedor do Brasil. “Nós estamos, de fato, criando uma espécie de case para o que nós queremos que o Brasil todo seja. O fundo era essencial para isso. Com dinheiro do Estado e das instituições de fomento de pesquisa, vai proporcionar às startups, aos empreendedores jovens, especialmente os que estão saindo das incubadoras universitárias, aquele impulso inicial. Todos os que estão aqui sabem disso, que o grande gargalo não é lá dentro da incubadora, é depois, no momento em que você sai, vai para o mercado e tem dificuldades para obter um financiamento, alavancar aquilo que pode ser, no futuro, uma grande empresa, um grande negócio”, afirmou.

Segundo o governador, essa iniciativa faz com que o Governo do Estado aponte para o futuro. “Os governos, na verdade, governam o passado. O que nós fazemos, aqui em Minas, é um esforço tremendo para tirar o governo do passado e voltá-lo na direção do futuro. Se você pegar o que o governo faz, 99% do tempo ele administra o passado”, afirmou o govenador, citando como exemplo o pagamento da folha dos servidores, dívidas contraídas em outras gestões, compromissos com a Previdência Social e precatórios, dentre outros.

“Então, para o futuro resta muito pouca coisa. Temos que fazer um esforço gigantesco, como o que fizemos com a Codemig, com o BDMG, para evitar que aquele pedacinho do Estado que ainda produz algum rendimento se volte para o passado. O nosso esforço é evitar que isso volte para o passado, mas sim que aponte para o futuro”, afirmou.

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