Equipamento do Cemitério vertical biosseguro é premiado pelo Cidades Inteligentes

22 de novembro de 2017 - 21:27 | por Redação
Equipamento do Cemitério vertical biosseguro é premiado pelo Cidades Inteligentes
Santa Bárbara
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Santa Bárbara é o primeiro município do Médio Piracicaba a receber este prêmio, com obra pública pioneira no país. A Cidade venceu na categoria sustentabilidade, junto com outras cinco,  na 1ª edição do Prêmio Cidades Inteligentes, com a obra do cemitério vertical biosseguro, primeiro público do país e único nesse padrão em Minas Gerais. O Município será condecorado na categoria sustentabilidade, junto com Carmo do Cajuru, Carmo da Mata, Cláudio, Conquista, Perdigão e São Gonçalo do Pará. A premiação acontecerá no dia 5 de dezembro, em Belo Horizonte.

O Cidades Inteligentes é uma ação de reconhecimento da Dalmass Pós-graduação, em parceria com as Associações Microrregionais dos Municípios de Minas Gerais. O objetivo é selecionar, premiar e difundir o conceito das smart cities como espaços humanos, que disponibilizam a tecnologia a serviço das pessoas, valorizando a gestão pública eficiente, o empreendedorismo, a transparência e a sustentabilidade.

Ao todo, serão 60 agraciados, entre municípios, entidades, empresas e personalidades. Além de sustentabilidade, na qual Santa Bárbara foi premiada, as categorias foram: Mobilidade urbana, Tecnologia na segurança pública, Gestão eficiente, Inclusão digital, Tecnologia na saúde, Educação, Empreendedorismo e Empreendedorismo Social.

Cemitério Vertical Biosseguro

A obra premiada alia alta tecnologia e sustentabilidade. Ao todo são 265 gavetas, distribuídas em sete andares, com durabilidade superior a 50 anos. As peças produzidas representam 167 garrafas pet a menos no meio ambiente.

As gavetas ocupam uma área de menos de 100 m². No sepultamento convencional é necessário 546m² para a mesma quantidade de sepulturas. A proporção é de um sepultamento convencional para cada sete sepultamentos verticais.

O sistema rotativo de gavetas resolve a necessidade de novas sepulturas com o passar do tempo. Os corpos permanecem ali por três anos em um processo de decomposição, sendo, então, direcionados, posteriormente, para um ossuário, devidamente identificado.

O modelo de sepultamento não contamina o ar, o solo ou o lençol freático. Além disso, reduz o nível de enxofre lançado no meio ambiente.

 

 

 

 

 

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