Catas Altas fez Dia D contra Caramujo

12 de dezembro de 2017 - 10:54 | por Redação
Catas Altas fez Dia D contra Caramujo
Catas Altas
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A Prefeitura de Catas Altas promoveu no último dia 7, o Dia D de Combate ao Caramujo Africano. Na ocasião, foi realizada no Centro de Atendimento ao Turista (CAT) uma palestra sobre a erradicação do molusco.

Por conta da chuva, o mutirão que estava previsto não aconteceu. De acordo com o secretário de Agricultura e Meio Ambiente, Reginaldo Nascimento, será agendada uma nova data. “Se cada pessoa cuidar pelo menos do seu quintal, já irá ajudar muito. Esse é um problema de todos e prefeitura está promovendo ações para conter esse mal, mas precisamos da colaboração da população”, destaca.

Além da palestra, a equipe está estruturando os pontos de coletas do caramujo, que ficarão disponíveis à população no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) do Vista Alegre; no Centro de Atendimento ao Turista (CAT) no Sol Nascente; na Quadra do bairro Santa Quitéria; no Casarão Dr. Moreira, no Centro; e no Posto de saúde do distrito do Morro D´Água Quente.

Segundo a enfermeira da equipe de vigilância sanitária do município, Raquel de Castro, a coleta pode ser feita pelos próprios moradores, “mas é preciso fazer devidamente, com uso de luvas ou saco plástico. A equipe de limpeza vai recolherna casa ou, se preferir, é possível entregar nos pontos determinados para que sejam mortos e descartados da forma correta”, explica.

Caramujo – O caramujo africano é considerado uma das cem piores espécies invasoras do mundo, causando sérios danos ambientais. No Brasil foi introduzida a partir 1988 como uma forma barata de substituir o escargot.

Os indivíduos adultos de caramujo africano podem atingir uma massa de mais de 200g e chegar a 15 cm de comprimento de concha.

Considerado uma praga agrícola, em países de climas tropicais, os prejuízos à agricultura são enormes, primeiramente, porque há perda de produtividade na colheita devido ao ataque destes herbívoros, sem contar o ataque a outras plantas que fornecem o enriquecimento da camada superficial do solo. Podem também transmitir organismos patogênicos para as plantas.

Nos ambientes urbanos as populações desses moluscos são muito densas, invadem e destroem hortas e jardins. Além disso, como essas populações são formadas por animais de grande porte, causam muitos transtornos às comunidades das áreas afetadas.

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