Braços cruzados, Máquinas paradas documenta o movimento social que traria de volta a democracia ao país

18 de Maio de 2017 - 18:47 | por Sergio Sanches
Braços cruzados, Máquinas paradas documenta o  movimento social que traria de volta a democracia ao país
Documentário
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São Paulo, 1978. Três chapas disputam a direção do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, o maior da América Latina, com 300.000 associados, e presidido por um ‘pelego’, desde o golpe militar de 1964.

Em meio às eleições, eclodem as primeiras greves operárias que iriam mudar o país. “Braços Cruzados Máquinas Paradas’, de Sergio Toledo Segall, Roberto Gervitz, revela, em narrativa envolvente, como funciona a estrutura sindical brasileira, de inspiração fascista. É também o primeiro documentário de longa-metragem sobre as chamadas ‘greves espontâneas’, ocorridas em São Paulo, 10 anos após a decretação do AI-5.

Tais greves, que culminaram em um amplo movimento social que traria de volta a democracia ao país, estão na base dos acontecimentos que levaram à eleição do primeiro presidente operário da América Latina.

 

 

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