Bolívia crescerá 4,7% e mantém PIB em primeiro lugar na América do Sul

12 de maio de 2017 - 14:25 | por Redação
Bolívia crescerá 4,7% e mantém PIB em primeiro lugar na América do Sul
Economia
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A economia boliviana mostrou níveis de estabilidade que colocaram o país como o primeiro em crescimento na América do Sul em 2016, sucesso que o Governo prevê manter para o este ano.

Para tanto, aposta o governo de Evo Morales no dinamismo da atividade financeira e em programas de segurança social.

O país andino cresceu seu Produto Interno Bruto (PIB) em 4,3%  em 2016, e o Banco Central da Bolívia (BCB) projeta em 2017 um aumento próximo a 4,7 e uma inflação menor a cinco por cento.

Segundo o ministro da Economia, Luis Arce, setores produtivos como a mineração e obras contribuem significativamente ao desenvolvimento do país, onde não se tem sentido a crise internacional.

No relatório de política monetária apresentado em La Paz, o assessor principal do BCB, Raúl Mendoza, ressaltou os contribuições de indústrias como as refinarias de petróleo e a produção de cimento, impulsionadas por uma crescente demanda da construção.

Outros domínios representativos são o ramo energético, os seguros, bens imóveis e serviços às empresas estatais.

Mendoza destacou o bom desempenho do transporte e as comunicações, bem como o investimento público voltado ao incremento e melhoramento das condições das estradas e aeroportos no país.

O plano para a construção de estradas é uma das prioridades do governo boliviano, no intuito de integrar os distintos departamentos e regiões.

Dados da ABC assinalam que a projeção é chegar a 2020 com um investimento de 11 bilhões de dólares em novas rodovias para interligar as vilas.

Nos últimos 10 anos foram asfaltados mais de 50 por cento dos caminhos e se construíram mais de sete mil metros de pontes e túneis.

O Estado boliviano realizou também grandes investimentos para aumentar a capacidade de geração de eletricidade através de diversos projetos como as usinas de ciclo combinado na empresa Guaracachi e de energia eólica Qollpana.

O Plano de Desenvolvimento Econômico e Social do Governo boliviano prevê investir na construção de termoelétricas, hidrelétricas, biomassa, captação de energia solar e eólica.

A contribuição  econômica  dos  projetos sociais foi outro eixo fundamental da economia boliviana.

O governo mantém as transferências para o pagamento do Bônus Juana Azurduy,  que entrega às mulheres bolivianas da etapa de gestação até que a criança completar dois anos, por um montante total de 266 dólares.

O presidente do Banco Central da Bolívia, Pablo Ramos, ratificou que esta estabilidade econômica se mantém apoiada numa estratégia financeira que  procura manter o poder aquisitivo interno dos bolivianos, a redistribuição dos ganhos e conservar os equilíbrios entre a oferta e a demanda global. (com informações da Prensa Latina).

Nota da redação: Viva o aniversário do golpe no Brasil!!!!

 

 

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