As férias de julho em Congonhas contaram com um Festival de oficinas

23 de julho de 2017 - 19:31 | por Sergio Sanches
As férias de julho em Congonhas contaram com um Festival de oficinas
Congonhas
0

O XXII Festival de Inverno de Congonhas proporcionou a pessoas de todas idades momentos divertidos e de muita aprendizagem nas diversas oficinas disponibilizadas. As opções variaram da música, passando pela dança, o contato com a natureza, contação de histórias, fotografia, a produção de enfeites e utilitários até a culinária para adultos e também para a criançada, que neste período de férias gosta mesmo é de novidades.

Mas alguns levam tão a sério a tarefa que já parecem adultos. É o caso de Pedro Matos Ferreira, de apenas 10 anos, natural de Capela Nova, e que passa férias em Congonhas. Ele participou da oficina Mini Chefs para aprender fazer  pizza, brigadeiro, nuggets com pavê de frutas, panqueca com moussi de limão, pãozinho de leite ninho com bolinho de chocolate, massa para macarrão e molho, com a professora Gabriella Fernandes Palmieri Aarão. “Minha mãe conta que a gente tem de aprender a fazer as coisas para quando sair de casa para estudar gastar menos dinheiro”, diz o garoto que já consegue fazer espaguete com creme cheese e cupcake com borda de chantili de sobremesa. “Até meus presentes são panelas, facas, conjunto de aventais”, conta Pedro, que já participou do programa “Que Maravilha Chefinhos”, do canal de TV paga GNT.

A criançada contou com várias outras oficinas neste período de férias, como a de Confecção Manipulação de Birutas, ministrada por Romíria Turqueti e Luciana de Oliveira; Brincando com E.V.A., por Flávia de Souza Resende, para produzir porta treco, bolsa escolar, porta recado com marcador de página, ponteirinho de lápis, com objetivo de enfeitar e vender; Mini Chefinhos, onde aprenderam a fazer e se alimentaram delícias como sanduiche e Danoninho e ainda receberam lições sobre saúde bucal, já que a oficineira Emanuelle Benick é também dentista; Pinte e invente, de Maria Elza Duarte R. Azevedo, para trabalhar a técnica de pintura livre em tela; entre outras.

As pessoas mais experientes, como dona Maria Zélia Senra Barbosa, de 85 anos, moradora da Matriz, se dedicou à música. “Faço parte do Coral dos Profetas, mas sou interessada em aprender mais alguma coisa, de forma didática e agradável como nos foi passado aqui pelo professor Paulo Marques. Além do mais é uma oportunidade de conviver com outras pessoas, até mesmo outros músicos”, contou a aluna da oficina de Musicalização através do corpo, onde os alunos exercitaram a música com o corpo e a alma, utilizando atividades de ritmo, expressão e consciência corporal.

Outra oficina da Longevidade e Qualidade de Vida ofereceu orientações através da música, dança, técnicas de respiração, postura e alongamento com Josiane Nogueira Luiz.

A exemplo de alguns participantes da oficina de música, tantas outras pessoas buscaram na porta aberta pelo Festival de Inverno uma capacitação para ganhar dinheiro. Entre estes os alunos da de Produção de Bonecas Articuladas em E.V.A. 3D, que agora poderão comercializar os produtos e gerarem renda. A professora foi Júnia Nicole de Souza. Outro exemplo foi a de Automaquiagem, por Jaqueline Cândido, que mostrou como realçar a beleza feminina e oferecer à mulher mais uma capacitação profissional. Rosângela Gerra Gurgel, da Basílica, lembra que que “sempre quis fazer este curso. Já sou manicure e agora que aprendi a maquiar já vou tentar trabalhar em um salão”. Cristiane Fialho, do Alvorada, queria aperfeiçoar o que já fazia em família. “Agora penso em abrir um salão lá no bairro mesmo ou aqui no Centro”.

 

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *